Como aumentar a sua autoestima: 8 hábitos eficazes que vão mudar a sua vida

Foto: de fontes abertas

A baixa autoestima é muitas vezes um obstáculo ao sucesso e a uma vida feliz

A autoconfiança é muitas vezes vista como uma caraterística inata disponível apenas para alguns. No entanto, os psicólogos salientam que se trata de uma competência que pode e deve ser desenvolvida. A autoestima é formada a partir de pequenas decisões, pensamentos e hábitos quotidianos. Se mudarmos gradualmente a nossa atitude em relação a nós próprios e ao mundo, o apoio interno torna-se mais forte. A Rádio Clube escreve sobre o assunto.

  • A armadilha da comparação

Uma das principais causas da baixa autoestima é o hábito de nos compararmos com os outros. Na era das redes sociais, isso é particularmente perigoso, pois as imagens “perfeitas” muitas vezes desfiguram a realidade. Os especialistas aconselham a concentrar-se apenas no seu próprio progresso. A consciência da sua singularidade e do seu próprio ritmo de vida é a base de uma psique saudável.

  • Filtrar o cordão umbilical

As pessoas que criticam, desvalorizam ou ridicularizam constantemente vão corroendo gradualmente a auto-confiança. Os psicólogos recomendam limitar as interações com pessoas tóxicas, mesmo que sejam pessoas próximas. Estabelecer limites claros não é uma questão de conflito, mas de auto-preservação. A comunicação solidária e respeitosa é uma necessidade, não um luxo.

  • Cuidar do bem-estar físico e mental

A saúde física está indissociavelmente ligada ao bem-estar emocional. A atividade física regular, um sono adequado e uma dieta equilibrada têm um impacto direto no seu humor e no seu sentido de valor. É importante reservar tempo para a recuperação e para actividades agradáveis.

  • Trabalhar com o crítico interior

A forma como uma pessoa fala consigo própria mentalmente é crucial. A auto-crítica constante forma um cenário de vida negativo. Os especialistas aconselham a “apanhar” esses pensamentos e a substituí-los conscientemente por apoio: recordar os pontos fortes, os sucessos anteriores e as dificuldades ultrapassadas.

  • Higiene da informação

Um fluxo constante de notícias perturbadoras e comentários negativos esgota o sistema nervoso. Limitar conscientemente o consumo desses conteúdos ajuda a manter o equilíbrio emocional, uma componente necessária da confiança.

  • A Arte de Dizer Não

Saber dizer não sem culpa é uma parte importante da autoestima. Concordar constantemente contra os seus próprios desejos leva a uma fadiga e irritação crónicas. Limites pessoais claros permitem-lhe conservar a sua energia para as coisas que realmente importam.

  • Sair da sua zona de conforto

A confiança é temperada pela ação. Pequenos desafios aumentam a auto-confiança. Cada “não consigo” superado constrói um sentido de força interior. Não é necessário começar com mudanças radicais, basta experimentar gradualmente coisas novas e permitir-se aprender.

  • O direito de cometer um erro

Os erros são uma parte inseparável da vida, não uma desculpa para a auto-tortura. Ser gentil consigo mesmo nos momentos difíceis ajuda-o a seguir em frente, em vez de ficar preso na culpa. Apoiar-se a si próprio nos momentos de fracasso é o que constrói uma autoestima resiliente e saudável.

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